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segunda-feira, outubro 26, 2020
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Grandes Eventos – Na Rússia, Hamilton pode igualar marca histórica de Schumacher

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Quando Michael Schumacher atingiu a marca de 91 vitórias na Fórmula 1, no Grande Prêmio da China de 2006, abrindo uma vantagem de 40 triunfos sobre Alain Prost, ninguém imaginaria que, menos de 15 anos depois, este recorde poderia ser igualado. Veio da Inglaterra o homem capaz de reescrever essa história. Lewis Carl Davidson Hamillton, de 35 anos, pode alcançar, na prova deste domingo, dia 27, em Sochi, na Rússia, um feito marcante para o automobilismo mundial. Após ganhar seis das nove etapas já disputadas este ano, o hexacampeão está a apenas uma bandeirada em primeiro lugar para empatar com o alemão. Outro feito a ser celebrado neste fim de semana é o do finlandês Kimi Raikkonen, que chegará a 322 largadas, juntando-se ao brasileiro Rubens Barrichello como o piloto com mais participações na categoria. Com a narração de Cleber Machado; comentários de Luciano Burti e Felipe Giaffone; e reportagens de Marcelo Courrege, a TV Globo e o GE transmitem a corrida logo depois do ‘Auto Esporte’. 

 

A Mercedes, equipe de Hamilton, tem uma relação especial com o circuito de Sochi. Desde que a Fórmula 1 passou a correr por lá, em 2014, a escuderia venceu as seis provas disputadas, sendo que o inglês esteve no alto do pódio em quatro oportunidades.  “Estamos vivendo essa expectativa de o Hamilton alcançar as 91 vitórias do Schumacher há um tempo. Parece algo inevitável. Vou ter a chance de cobrir, quem sabe, o empate. Se acontecer aqui na Rússia, vai ser muito bacana, pois é um lugar especial para mim, que morei aqui por um ano e cinco meses. É especialmente importante ver um herói negro vencendo aqui e batendo um recorde. É um país incrível, mas que ainda tem muitos problemas com casos de racismo. Esta afirmação do Hamilton na Rússia seria muito legal neste sentido também”, ressalta Marcelo Courrege, que também acompanha os treinos em Sochi neste sábado, com transmissão do SporTV2. No podcast “Na Ponta dos Dedos”, que já está disponível no GE, Felipe Giaffone e Rafael Lopes fazem uma homenagem ao narrador Sergio Mauricio, relembrando locuções históricas do comunicador na carreira.

 

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Logo depois da prova, o ‘Esporte Espetacular’ traz o quarto episódio da série sobre os 70 anos da Fórmula 1. E será o próprio Marcelo Courrege que contará este capítulo especial para os brasileiros: a trajetória de Nelson Piquet, o primeiro piloto do país a sagrar-se tricampeão mundial na categoria. Além de trazer entrevistas com os filhos, Nelsinho e Pedro Piquet, a reportagem ouviu Ricardo Patrese, companheiro de equipe do brasileiro na Brabham no bicampeonato, em 1983, e o lendário projetista Gordon Murray. “O Piquet foi um piloto que realmente me aproximou da Fórmula 1, pela forma como ganhou os três títulos, desenvolvendo os carros. A vitória com envolvimento enorme. Não era apenas um piloto talentoso, que sentava ali e guiava. Ele participava da formação dos carros, dava opinião e tinha estratégias muito inteligentes nas corridas. Sem contar que é um personagem muito engraçado, que brinca com todo mundo, até com os filhos”, conta o repórter.

 

BATE-BOLA – MARCELO COURREGE

 

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– Como é a relação dos ingleses com o Hamilton? É parecida com a admiração que os brasileiros têm com o Senna?

A relação de admiração dos ingleses pelo Hamilton existe, mas não se parece com a dos brasileiros com o Senna. O Hamilton é um herói um pouco fora do perfil que os ingleses costumam idolatrar. Agora ele está liderando ações antirracistas no ambiente da Fórmula 1, o que é muito bacana de se ver. Mas a impressão é de que os ingleses gostam mais de outros pilotos na história, o que é até meio difícil de entender. É muito mais comum ver essa idolatria fora do Reino Unido do que dentro. Os maiores fã clubes dele são no Brasil e na Holanda. O torcedor brasileiro tem um papel muito importante para o Hamilton. Por isso ele sempre dá muita atenção ao país. Também tem uma característica que deve ser lembrada. O inglês costuma ser contrário ao cara que ganha de um jeito dominante. O que na verdade deveria ser ainda mais exaltado.

 

A Mercedes venceu todas as corridas disputadas em Sochi desde a estreia do circuito na Fórmula 1, em 2014. Acredita que alguma equipe ou piloto que possa desbancá-los na Rússia? 

O Valteri Bottas, companheiro de equipe do Hamilton, costuma andar muito bem em Sochi desde os tempos de Williams. Ele se entende com essa pista. É possível que consiga aprontar. Mas eu só acredito mesmo em um desafio vindo de dentro da equipe Mercedes. Até pelas características da pista, eles costumam ser dominantes. Talvez a RBR ande melhor do que em Mugello. O Max Verstappen já venceu uma corrida este ano e pode ser que tenhamos uma surpresa. Mas o Hamilton é o favorito.  

 

26/9 – Sábado 

 

FÓRMULA 1 

6h – Terceiro treino livre – SporTV2 e GE (tempo real)

Narração: Sergio Mauricio

Comentários: Rafael Lopes 

Reportagens: Marcelo Courrege 



9h – Treino de classificação – SporTV2 e GE (tempo real)

Narração: Sergio Mauricio 

Comentários: Luciano Burti (por vídeo) e Rafael Lopes 

Reportagens: Marcelo Courrege

 

27/9 – Domingo

FÓRMULA 1 

8h10 (de Brasília) – GP da Rússia – Globo e GE

Narração: Cleber Machado

Comentários: Luciano Burti e Felipe Giaffone

Reportagens: Marcelo Courrege

Comunicação Globo

Rio de Janeiro, 25 de setembro de 2020

Mais informações www.redeglobo.com.br

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