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terça-feira, outubro 20, 2020
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Jeniffer Nascimento reflete sobre transição capilar: “É uma metamorfose. Processo de autoconhecimento”

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Crédito: Foto divulgação

O Trace Trends de hoje (9) traz um bate-papo com  a atriz e cantora Jeniffer Nascimento. A artista paulistana conversa com os apresentadores AD Junior e Alberto Pereira Jr. sobre empoderamento, transição capilar, isolamento social e carreira.

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Jeniffer Nascimento conta que sempre soube o que queria fazer profissionalmente e aos 5 anos de idade, quando viu na televisão um comercial de uma agência de modelos, foi o pontapé inicial para ir atrás de seus sonhos. “Existem dificuldades, ainda mais para gente, preto e periférico. As pessoas insistem em colocar mais obstáculos e por um tempo eu me questionei”, reflete.



“Meus pais não falavam comigo de racismo quando eu era criança. (…) Se eu soubesse que tudo que acontecia comigo era racismo, acho que teria me bloqueado, me inibido de alguma forma, que eu não conseguisse acreditar no impossível”, pondera a artista de 23 anos sobre sua trajetória profissional.



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Na conversa, Jeniffer fala também sobre a transição capilar e a autoaceitação da beleza negra. “Pra mim foi um processo muito difícil, que vem de gerações [na família]. Minha avó alisou o cabelo a vida inteira e só agora, aos 69 anos, quando ela me viu que teve coragem de passar pelo processo de transição capilar. (…)  A transição para quem vê de fora pode parecer superficial, mas é uma metamorfose. É um processo de autoconhecimento de dentro para fora”, analisa a atriz, contando que usava química no cabelo desde os 6 anos de idade.



O Trace Trends exibe ainda a  uma conversa exclusiva com a biomédica Jaqueline Goes de Jesus, líder do time de cientistas brasileiros que decifrou o genoma do novo coronavírus em 48 horas. O estudo pioneiro tem ajudado no desenvolvimento de vacinas e testes diagnósticos para conter a pandemia. “A visibilidade ajudou nos ajudou muito. (…) Ajudou a mostrar que a ciência está sendo feita de forma exemplar. Temos apresentado resultados muito fidedignos e de ponta em uma velocidade significativa”, expõe.



Aos 30 anos e doutora em patologia humana e experimental, Jaqueline fala sobre a ciência ser uma área de difícil acesso no Brasil devido aos fatores sociais. “As mulheres estão conseguindo alcançar os resultados, visibilidade e reconhecimento pelos seus feitos. O fato de eu ter persistido, e não foram poucas as vezes que pensei em desistir, foi o que me trouxe até aqui”, compartilha.



O programa vai ao ar toda terça-feira, às 22h30, na RedeTV!.

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