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domingo, outubro 25, 2020
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“Paulo Freire, o andarilho da utopia” ganha temporada on-line

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“Não é possível refazer este país, democratizá-lo, humanizá-lo, torná-lo sério, ofendendo a vida, destruindo sonho, inviabilizando o amor. Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”, este foi um dos últimos escritos do mestre Paulo Freire (1921-1997), cujo apelo ainda ressoa assustadoramente atual.

A partir do legado deixado pelo mestre, que mostrou aos brasileiros a importância da luta pela dignidade humana, Richard Riguetti (ator), Luiz Antônio Rocha (encenação) e Junio Santos (dramaturgia) levam a inspiradora vida do educador para os palcos no espetáculo “Paulo Freire, o andarilho da utopia”.

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Visto, certamente, por mais de 40 mil espectadores, “Paulo Freire, o andarilho da utopia” ganha temporada on-line, de 5 a 27 de setembro, aos sábados (21h) e domingos (16h), com homenagem especial na sessão do dia 19, data em que Paulo Freire celebraria 99 anos. A venda de ingressos está disponível pelo Sympla e a transmissão do espetáculo será feita pela plataforma Zoom.

Além do espetáculo, a equipe apresenta, às quintas-feiras de setembro, às 20h, a “RODA na REDE com Paulo Freire, o Andarilho da utopia”, com a presença de um convidado especial para uma conversa sobre o legado e a práxis de Paulo Freire e suas conexões com o mundo de hoje. Os ingressos podem ser retirados gratuitamente pelo Sympla.

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 A ideia é evidenciar na encenação a amorosidade de Paulo Freire com o ser humano, e o profundo respeito ao diálogo e à aceitação das diferenças. Aliás, em todas as sessões virtuais, logo após a peça, haverá um bate-papo com o diretor, o dramaturgo e o ator do espetáculo sobre os ideais deixados pelo patrono da educação brasileira.

“Com a pandemia, a arte precisou se reinventar para permanecer viva! E o teatro, considerado a arte da presença, tem buscado alternativas e novos caminhos. O teatro em casa é um grande desafio, mas muito importante para que haja encontros com qualidade de presença e escuta, mesmo no distanciamento físico”, declara o ator Richard Riguetti.

Aliás, o diretor Luiz Antonio Rocha acrescenta que a necessidade do confinamento nos faz lembrar de passagens da vida de Paulo Freire: “Assim como o mestre foi perseguido pela ditadura militar e forçado a ser exilar, todos nós estamos, de uma certa forma, exilados pela pandemia e afastados do convívio social”.

 ” Estamos imersos em crenças fortes, em uma diversidade e cultura preciosas. Nossa brasilidade carrega paixão e acolhe arte antes mesmo de saber que é arte”, destaca o diretor Luiz Antônio Rocha.

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