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segunda-feira, setembro 21, 2020
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Globoplay/Geral – ‘Amazônia Sociedade Anônima’ estreia em agosto no Canal Brasil e Globoplay

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O Canal Brasil e o Globoplay estreiam simultaneamente, no dia 21 de agosto, o novo projeto cinematográfico do diretor Estêvão Ciavatta: ‘Amazônia Sociedade Anônima’. Produção da Pindorama Filmes, Imazon, Canal Brasil e Coletivo Audiovisual Munduruku, o documentário – que tem como produtor associado o cineasta Walter Salles – faz um importante registro ao longo da BR 163 Cuiabá-Santarém, mostrando os índios Munduruku em sua luta para defender a terra e rios diante de máfias de grileiros de terras.  Com o longa, o Canal Brasil reforça seu papel como coprodutor de grandes documentários e o Globoplay reitera sua aposta no gênero como potência para refletir a nossa sociedade, nos ajudando a entender as comunidades em que vivemos e a nós mesmos. A bem-sucedida parceria do Globoplay com o Canal Brasil – um dos maiores apoiadores do cinema brasileiro –  amplia ainda mais o alcance da obra.

 

‘Amazônia Sociedade Anônima’ surgiu após a série homônima desenvolvida pelo diretor para o programa Fantástico, da TV Globo, entre 2014 e 2015, que teve um dos episódios dedicado à grilagem e ao comércio ilegal de madeira. Ao longo de cinco anos, a narrativa do documentário foi se desenvolvendo a medida que os acontecimentos históricos se davam. A fotografia é um dos destaques de ‘Amazônia Sociedade Anônima’, que ora revela a harmonia dos povos indígenas com a floresta, ora surpreende com imagens desconcertantes do desmatamento ilegal.

A produção, que fez parte da Seleção Oficial do Festival do Rio 2019, do Festival International du Grand Reportage d’Actualité et du Documentaire de Société – França, de 2020, e do Cine Planeta 2020 (México), estreia dia 21 de agosto às 19h no Canal Brasil, e estará disponível no mesmo dia no Globoplay.

 

De 2014 a 2018, o diretor e sua produção acompanharam ações de órgãos oficiais federais no combate ao roubo de terras públicas. Nesse período eles presenciaram as duas maiores ações do IBAMA junto ao Ministério Público e a Polícia Federal para combater o roubo de terras públicas no Sudoeste do Pará: as operações Castanheira e Rios Voadores. Ignorando os limites da lei, essas organizações criminosas começaram a avançar sobre regiões de florestas intocadas, chegando cada vez mais perto das terras dos Munduruku. Com o passar dos anos, a produção notou que as ações do IBAMA não estavam sendo suficientes para combater essas máfias de extração ilegal de madeira e roubo de terras.

 

A proximidade com a comunidade indígena Munduruku surgiu junto com a auto-demarcação, e com as primeiras filmagens que fizeram com o grupo indígena em 2014. Já em 2017, o diretor doou uma câmera, um tripé e um microfone ao Coletivo Audiovisual Munduruku, composto em sua maioria por mulheres, para que elas continuassem registrando seus desafios na defesa de suas terras. Quando a produção recebeu as filmagens e o acervo do coletivo passou a fazer parte do filme, o diretor decidiu colocar a entidade como coprodutora do documentário.

 

Para Estêvão, uma câmera nas mãos dessas mulheres é a melhor forma de defesa das terras. “Nos dias de hoje o audiovisual é uma forma delas contarem sua própria história e ao empunharem as câmeras nos momentos de monitoramento e vigilância do território, elas se tornam guerreiras tão ou mais importantes que os outros guerreiros. A câmera de filmar se tornou, então, um poderoso instrumento de defesa de suas vidas e da floresta. Tudo o que acontece está sendo registrado. O filme se torna, então, estratégico para que esta realidade seja conhecida e dialogue com o mundo, abrindo novas perspectivas para o futuro da Amazônia. ”, pondera ele.

 

Estêvão reforça a relevância desse tema ser discutido através do documentário nos tempos atuais. “Quando falamos a primeira vez sobre o assunto, em 2015, estava claro para mim a importância do tema para o futuro da Amazônia e do Brasil. Ainda em 2017, quando aprofundei o tema com entrevistas para o filme, vi que o assunto das terras públicas desprotegidas ainda estava invisível. Isso me deu mais certeza de que estava no caminho certo. Hoje, apesar da triste realidade, vejo que fiz a escolha certa. Nós temos que conhecer a realidade amazônica e respeitar 14 mil anos de história dos povos indígenas na região”.

Sobre filmar na Amazônia, o diretor destaca as dificuldades enfrentadas. “Qualquer trabalho na Amazônia é um desafio, seja por suas dimensões continentais, seja pelos contratempos de produção. Mas a disposição e a vontade venceram todas as barreiras. Posso dizer que a maior dificuldade foi a convivência com os micuins, carrapatos minúsculos que vivem na floresta”, finaliza Estêvão.

 

Amazônia Sociedade Anônima – Seleção oficial do Festival do Rio 2019, FIGRA 2020 Festival International du Grand Reportage d’Actualité et du Documentaire de Société (França) e Cine Planeta 2020 (México).

 

Sinopse

Diante do risco de savanização da Amazônia, indígenas e ribeirinhos, em uma união inédita liderada pelo Cacique Juarez Saw Munduruku, enfrentam máfias de roubo de terras e desmatamento ilegal para salvar a floresta.

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Sobre o diretor Estevão Ciavatta

 

Estevão Ciavatta é diretor, roteirista e produtor. Ele é sócio-fundador da Pindorama Filmes, a primeira empresa brasileira Carbono Neutro na indústria do cinema / TV e referência em questões sociais e ambientais. Ciavatta escreveu e dirigiu dezenas de programas de televisão, incluindo os premiados BRASIL LEGAL e CENTRAL DA PERIFERIA, além dos premiados filmes NELSON SARGENTO e PROGRAMA CASÉ. Para a HBO, criou, dirigiu e produziu as séries PREAMAR, seleção oficial no Festival de Biarritz, e SANTOS DUMONT exibida em mais de 70 países. Estevão também liderou a campanha de crowdfunding “Dá Pé”, uma das 10 maiores do Brasil, que mobilizou 7 milhões de pessoas para plantar 36 mil árvores.

 

Sobre o Canal Brasil

 

O Canal Brasil é, hoje, o canal responsável pela maior parte das parcerias entre TV e cinema do país e um dos maiores do mundo, com mais de 330 longas-metragens coproduzidos nos últimos 10 anos. No ar há duas décadas, apresenta uma programação composta por muitos discursos, que se traduzem em filmes dos mais importantes cineastas brasileiros, e de várias fases do nosso cinema, além de programas de entrevista e séries de ficção e documentais. O que pauta o canal é a diversidade e a palavra de ordem é liberdade – desde as chamadas e vinhetas até cada atração que vai ao ar.

 

Sobre o Globoplay



O Globoplay é a maior plataforma brasileira de streaming, com oferta de conteúdo gratuito e exclusivo para assinantes. Com mais de 840 títulos publicados em 2019 e cerca de 100 milhões de horas de consumo por mês, o serviço reúne conteúdos originais Globo e do mercado audiovisual independente, filmes e séries internacionais renomadas, dentre elas produções exclusivas, que só serão exibidas online. Tudo junto, na mais completa e variada oferta de conteúdo para que o público acesse a qualquer momento e de onde estiver o que está no ar, o que já foi ao ar e o que ainda será exibido.

 

FICHA TECNICA

 

ROTEIRO, PRODUÇÃO E DIREÇÃO

Estêvão Ciavatta

 

PRODUTOR ASSOCIADO

Walter Salles

 

PRODUÇÃO EXECUTIVA

Susana Campos

 

DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA

Dudu Miranda

Daniel Venosa

 

EDIÇÃO

Bernardo Pimenta

Fernando Acquarone

 

SOM DIRETO

Carlinhos Nascimento

Marcos Catanhede

 

TRILHA SONORA ORIGINAL

Berna Ceppas

Músicas de Philip Glass e Uakiti

 

UMA PRODUÇÃO

Pindorama Filmes, Imazon, Canal Brasil e Coletivo Audiovisual Munduruku

 

DISTRIBUIÇÃO

Pagu Pictures

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Comunicação Globo

Rio de Janeiro, 18 de agosto de 2020

Mais informações www.redeglobo.com.br

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