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quarta-feira, setembro 30, 2020
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Festas juninas nordestinas sentem o impacto da pandemia

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Com os altos números de contágio por coronavírus no país, as festas juninas acabaram sendo impactadas pela pandemia. Isso foi sentido fortemente pelas quadrilhas juninas do Nordeste que, junto com os arraiais, são o maior símbolo dos festejos da região. Este ano, as festas de São João estão sendo realizadas de formas diferentes, já que as medidas de isolamento social não permitem que as grandes multidões se reúnam.

Para Silvio Araújo, integrante do grupo Explode Coração de Petrolina (PE), toda uma cadeira produtiva e um conjunto de artistas foram diretamente afetados. “Teve impacto gigantesco no mundo junino. A gente parou ensaio, parou figurino, confecção e repertório, a quadrilha em si paralisou. E é um projeto onde a gente investe muito”, reforça Silvio, que lembra com carinho a sensação de se apresentar na festa de São João: “Não tem explicação para a emoção que a gente sente ao entrar em quadra, vestir nosso figurino”.

Futuro incerto em 2021

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As quadrilhas são as animadoras das festas juninas e dependem diretamente das premiações do poder público, por meio dos arraiais e premiações das prefeituras. Isso preocupa Seixas Soares, produtor da Quadrilha Ceará Junino, que vê um futuro incerto para as festas também do ano que vem.

“Uma das primeiras coisas a ser cortada é a cultura. Isso nos preocupa demais, como líder de quadrilha, nos depararmos em 2021 com essa realidade. Hoje, a gente já estuda meios e formas para que, se acontecer, não seja mais uma frustração. Nós sabemos, também, que os arraiais de Fortaleza, dependem dessa verba. Não é só a realização da quadrilha, mas todo o movimento em volta da festa junina”, lamenta o cearense.

Como saída, os festejos de 2020 estão acontecendo com apresentações virtuais, mesmo nas cidades mais tradicionais, como Caruaru e Arcoverde, em Pernambuco, e Campina Grande, na Paraíba. Apesar da vontade de voltar às quadras, Mahatma Gandhi, presidente da quadrilha campinense Moleka Sem Vergonha, defende que a saúde da população deve vir em primeiro lugar.

“Cogita-se um adiamento agora para outubro do São João. Mas eu, particularmente, não vejo essa possibilidade. Porque não acredito que nós teremos clima. Se encontrar uma cura, se encontrar uma vacina, pode ser que haja a possibilidade de fazer festas. Mas, não é só a festa, tem também o clima de comemoração, que se perde depois de uma tragédia tão grande quanto essa”, lamenta.

Fonte: BdF Pernambuco

Edição: Monyse Ravena e Rodrigo Durão Coelho


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