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sexta-feira, 26 de abril de 2019 5:3556
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Com fama de ‘pulso firme’, Dorival revê São Paulo após atrito no Flamengo

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Naturalmente, o noticiário do Flamengo seria sobre a preparação da equipe para o importantíssimo duelo deste domingo, às 17h, quando tem um confronto direto na briga pelo título com o São Paulo no Morumbi (SP). Porém, a forte discussão que o goleiro Diego Alves teve com o técnico Dorival Júnior, com direito a dedo em riste no rosto do treinador, acabou por atrais os holofotes para mais um atrito entre a dupla, que já havia se iniciado após o arqueiro se recusar a viajar com o elenco para o duelo com o Paraná em Curitiba (PR).

Disciplinador, Dorival não convive pela primeira vez com um problema com um jogador. Ao longo de sua carreira, o treinador demonstrou outros momentos de “pulso firme”, uns onde levou a melhor na queda de braço e outros onde acabou até mesmo sendo demitido. O UOL Esporte relembrou estes episódios antes do confronto do comandante com o Tricolor, clube que defendeu ano passado:

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Em 2010, Dorival Júnior era técnico do Santos que contava com ninguém menos que Neymar. Em uma partida contra o Atlético-GO pelo Campeonato Brasileiro, o jogador foi desautorizado pelo treinador a bater um pênalti em função de estar vindo de três cobranças desperdiçadas. A decisão enfureceu o atacante, que xingou o comandante publicamente.

Dorival, então, decidiu afastar Neymar de um clássico contra o Corinthians, a diretoria não aceitou e, com a insistência do técnico, ele acabou sendo demitido.

Cinco anos depois, o treinador revelou o real motivo de ter brigado com Neymar ao UOL Esporte.

A passagem de Jô pelo Internacional foi marcada por atos de indisciplina entre 2011 e 2012, fatos suficientes para que o técnico Dorival Júnior autorizasse a demissão do jogador do clube gaúcho.

Após dar a volta por cima e ser campeão e artilheiro do Campeonato Brasileiro do ano passado pelo Corinthians, o hoje jogador do Nagoya Grampus (JAP) concordou com a atitude do treinador.

“Eu reencontrei o Dorival e fiquei feliz com o comentário que fez pelo fato de eu estar sendo uma nova pessoa. Ele até brincou comigo e disse: ‘nunca mais te mando embora de um clube’. Mas é um cara que me puniu por merecimento meu. Foi bem punido. Seguiu as regras de um clube grande como o Internacional, então não tenho mágoa e nunca vou ter mágoa de ninguém do Inter”, disse ao Esporte Interativo em 2017.

Em 2014, Dorival Júnior chegou ao Palmeiras e pegou o “legado de argentinos” deixado pelo compatriota dos atletas, o ex-técnico do clube Ricardo Gareca. Por lá, teve problema principalmente com três: Mouche, Allione e Tobio.

Na ocasião, o treinador chegou a criticar em entrevista à Espn a forma física de Mouche e disse que Allione era expulso nas vezes em que recebia oportunidades.

“Depois que ele saiu do Palmeiras, começou a falar outras coisas publicamente. Não consigo entender como um técnico diz uma coisa durante três meses e depois muda o discurso. Ele me dizia que eu estava melhorando e mente quando fala que estou fora de forma. Estou surpreso”, disse Mouche no período.

Já Allione, na época, retuitou mensagens de internautas que faziam críticas a Dorival em seu Twitter.

Ano passado, novamente no comando do Santos, Dorival Júnior não tinha em seus planos o argentino Vecchio e decidiu por colocá-lo para treinar em horários diferentes do restante do elenco. Magoado, o meia desabafou contra o treinador a um amigo em um áudio que acabou vazando.

“Não sabe o que faz”, apontando as substituições feitas pelo treinador no duelo contra o Corinthians pelo estadual. “Não entende p… nenhuma este narigudo”, declarou na gravação o jogador que hoje está no Al-Ahli (EAU).

Naquela época, Vecchio foi reintegrado ao grupo meses depois já sem Dorival e admitiu a veracidade do áudio.

Contratado pelo São Paulo a pedido do então técnico Rogério Ceni, o meia Cícero viu seu fim da linha chegar no Tricolor com a vinda de Dorival Júnior. O jogador teve poucas oportunidades e acabou ficando de vez de fora dos planos quando foi colocado para treinar em horários diferentes aos dos demais atletas do elenco.

Sem chances, acabou chegando a um acordo de rescisão de contrato com a diretoria e acertou com o Grêmio, onde se encontra até hoje.

Quando falou sobre o assunto, Dorival fez questão de frisar que a decisão foi tomada em conjunto:

“Isso foi conversado internamente com o Cícero. Se eu tive 1% ou 90% de participação, não importa. Foi uma colocação já feita até mesmo antes da minha chegada, era conversado há muito tempo, mas agora que está definido podemos dividir em 50% para a comissão técnica e 50% para toda a diretoria de futebol. Com todo respeito que merece o atleta, a vida segue e daremos condições para que ele continue a carreira”.

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