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segunda-feira, outubro 26, 2020
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Ameaçada de morte e sem respostas do governo federal, Talíria Petrone recorre à ONU

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Uma deputada federal Talíria Petrone (Psol) acionou uma Organização das Nações Unidas (ONU) após sofrer novas olhadas de morte. Uma denúncia foi enviada no último dia 25 de setembro para três relatoras da ONU. Na carta, a parlamentar pede que a instituição cobre explicações do governo brasileiro sobre o seu caso e o assassinato de Marielle Franco, além de solicitar um plano de proteção para mulheres sofridas de violência política no Brasil.

Segundo a deputada explicou ao Brasil de Fato , uma busca pela ONU tem o objetivo de dar visibilidade internacional ao caso. Para ela, a intimidação é um ataque direto à democracia e o Estado brasileiro não tem dado respostas diante das soluções que tem liberação.

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“Nós acionamos a ONU porque, principalmente enquanto deputada federal, foram avaliados, sendo que em dois momentos foram avaliados a minha vida. Nós tivemos quaisquer respostas do Estado brasileiro. Assim como o Estado não devolveu para o povo brasileiro uma resposta sobre a execução política de Marielle Franco. Mais de dois anos depois e não quem mandou matar Marielle “, explicou.

Leia mais: Ameaçada de morte, deputada Talíria Petrone recebe escolta parlamentar

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O documento foi endereçado à relatora da ONU sobre execuções sumárias, Agnes Callamard; à relatora sobre racismo, intolerância e xenofobia, E. Tendayi e à relatora de direitos humanos, Mary Lawlor. Na carta, a parlamentar destaca que no ano passado encaminhou uma denúncia à ONU informando o crescimento da violência estatal no Brasil e sobre como “como curvada dirigidas a ela eram parte deste meio violento”.

“Isso tudo é parte de um quadro de violência política que avança pelo Brasil e esse é um questionamento que a gente faz também à ONU. Para que se atente à violência que acomete mulheres negras, que ousam ocupar espaços de poder “, acrescentou.

Talíria relata que como polarizada de morte definida em 2016, durante o seu primeiro mandato como vereadora da cidade de Niterói, na região metropolitana do Rio. Segundo a parlamentar, em junho deste ano, dias após o nascimento de sua filha, ela recebeu a notificação de que o “Disque Denúncia” estava com cinco gravações que planejavam o seu assassinato. De acordo com a carta, não há informação sobre o andamento das investigações até o momento.

A ONU não tem um prazo para responder a denúncia. Caso a organização acate ao pedido, não haverá um trâmite processual, mas os relatores podem se pronunciar a respeito das resoluções e gerar uma pressão política do alto comissariado da organização sobre o Brasil.

Fonte: BdF Rio de Janeiro

Edição: Rodrigo Chagas e Mariana Pitasse


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